quarta-feira, 22 de julho de 2015

O que é o HPV?


O HPV é um assunto que vem sendo muito discutido, mas o que ele é? O HPV é o vírus do papiloma humano, na realidade são um grupo de vírus, sendo mais de 100 tipos, esses vírus invadem as células da pele causando verrugas isoladas ou em grupos, alguns desses vírus podem formar verrugas nas mucosas, como genital ou oral.

São vírus raros na cavidade bucal, e pode ser transmitido pelo sexo oral, ou por contato direto com lesões infectadas. Devido ao aumento da prática do sexo oral, o número de casos de HPV na cavidade bucal tem aumentado consideravelmente. O HPV na cavidade bucal, pode ser associado ao câncer bucal, porém ainda não está completamente esclarecido.
Na cavidade bucal a língua é a mais acometida, com 55%, seguidos pelo palato, mucosa bucal, gengiva, lábios, úvula, e assolho da boca. O vírus associado ao cigarro, bebidas alcoólicas e vários parceiros sexuais, podem contribuir para o desenvolvimento do vírus.


Os sintomas do HPV na cavidade bucal incluem o surgimento de pequenas lesões, que são parecidas com verrugas esbranquiçadas que podem se unir e formar placas. Normalmente o HPV bucal tem cura, porém o tratamento tem que ser rigoroso e por aproximadamente dois anos.  O HPV é um assunto que vem sendo muito discutido, mas o que ele é? O HPV é o vírus do papiloma humano, na realidade são um grupo de vírus, sendo mais de 100 tipos, esses vírus invadem as células da pele causando verrugas isoladas ou em grupos, alguns desses vírus podem formar verrugas nas mucosas, como genital ou oral.

São vírus raros na cavidade bucal, e pode ser transmitido pelo sexo oral, ou por contato direto com lesões infectadas. Devido ao aumento da prática do sexo oral, o número de casos de HPV na cavidade bucal tem aumentado consideravelmente. O HPV na cavidade bucal, pode ser associado ao câncer bucal, porém ainda não está completamente esclarecido.

Na cavidade bucal a língua é a mais acometida, com 55%, seguidos pelo palato, mucosa bucal, gengiva, lábios, úvula, e assolho da boca. O vírus associado ao cigarro, bebidas alcoólicas e vários parceiros sexuais, podem contribuir para o desenvolvimento do vírus.

Os sintomas do HPV na cavidade bucal incluem o surgimento de pequenas lesões, que são parecidas com verrugas esbranquiçadas que podem se unir e formar placas. Normalmente o HPV bucal tem cura, porém o tratamento tem que ser rigoroso e por aproximadamente dois anos.  


domingo, 19 de abril de 2015

Quem pode adquirir o câncer bucal?


Bem, todos podem adquirir esse câncer, porém no passado homens acima de 50 anos, tabagistas e/ou alcoólatras eram os mais afetados, com  casos de câncer bucal e da orofaringe, que é a região atrás da língua, o palato e as amigdalas. Porém esse fato tem mudado gradativamente, tanto em número de casos quanto em relação  ao perfil das pessoas mais afetadas.

Isso porque adultos jovens (30-45 anos) de ambos os sexos que não fumam e nem bebem em excesso, tem apresentado a doença e acredita-se que o sexo oral desprotegido está relacionado com os casos de câncer, isso porque o HPV- papiloma vírus humano que é transmitido sexualmente, esteja diretamente ligado a cada vez mais casos de câncer de cabeça e pescoço. Isso vem ocorrendo porque o sexo oral sem camisinha faz a boca entrar em contato com fluidos e com a mucosa dos órgãos sexuais que podem causar doenças sexualmente transmissíveis e, consequentemente, câncer de boca, segundo o instituto nacional do câncer (INCA), o câncer de boca é o 5° mais comum no país.

Infelizmente a maior parte da população associa o uso de preservativos somente a gravidez e “esquecem” a exposição em relação há doenças sexualmente transmissíveis. 

Os principais sintomas do câncer de boca, é que ele costuma se apresentar com feridas na boca que demoram a cicatrizar ( mais de uma semana) e manchas avermelhadas ou esbranquiçadas, que podem ser confundidas com aftas, podendo encontrar-se nos lábios ou na mucosa  bucal. Nas fases mais avançadas, essa doença provoca mal hálito, dificuldade para engolir e falar, o aparecimento de caroços no pescoço e possível perda de peso expressiva, podem ser alguns sinais.


Quando o diagnóstico é precoce a chance de cura do paciente é muito maior, isso porque quando essa doença é tratada logo no inicio, as chances de cura dobram e o tratamento é bem mais simples, pois a cirurgia não é tão complicada e a recuperação do paciente é melhor, permitindo um melhor prognóstico. 





domingo, 4 de janeiro de 2015

Papel do cirurgião dentista no diagnóstico do câncer bucal


Dentre todos os tipos de cânceres localizados na região de cabeça e pescoço, 40% ocorrem na cavidade bucal. Dados fornecidos pelo INCA - Instituto Nacional de Câncer, mostram que o câncer bucal ocupa o 5° lugar em homens,  e 7° entre as mulheres, em todo o Brasil.

Em muitos casos o diagnóstico tem sido realizado tardiamente, resultando em altos índices de mortalidade. O diagnóstico é realizado pelo cirurgião dentista, que é considerado o elo inicial na detecção de lesões que podem ou não evoluírem para um câncer.

O cirurgião dentista inicia com uma inspeção minuciosa de toda a cavidade bucal, afim de detectar qualquer anormalidade presente. A inspeção de todas as estruturas bucais é associada a palpação de linfonodos na região de cabeça e pescoço. A intervenção do dentista envolve além do diagnóstico, fornecer informações sobre os fatores de risco e como reduzir essa exposição.

O câncer é identificado por meio de suas características anatômicas e por sua localização na cavidade bucal, dispensando o uso de instrumentos de grande complexidade tecnológica. Uma vez que o cirurgião identifica uma lesão na cavidade bucal que possui características semelhantes ao câncer, e realizado a biópsia e encaminhada para um laboratório para então ter um diagnóstico preciso.

É importante lembrar que a função do cirurgião dentista é diagnosticar , o tratamento é realizado por médicos. Por isso, é necessário visitas contínuas ao dentista, associado ao auto exame de boca realizado pelo próprio paciente, dessa forma é possível realizar um diagnóstico no seu estágio inicial, promovendo um melhor prognóstico .



"Amizade e confiança entre o paciente e seu dentista é a base para um bom relacionamento e consequentemente melhor tratamento!"

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Benefícios de parar de fumar

Não há dúvidas que o fumante  é o mais prejudicado pelo hábito de fumar, em média ele vive dez anos a menos que um não fumante. As substâncias introduzidas no organismo quando fuma-se um cigarro, causam danos imediatos e também cumulativos. Por isso é tão importante cessar esse hábito, pois quando um fumante decide parar , o organismo reage quase que instantaneamente.

Em 20 minutos a pressão arterial volta ao normal ,e a frequência do pulso cai aos níveis normais. A temperatura nas mãos e nos pés aumenta até chegar aos níveis considerados normais.

Em 8 horas os níveis de monóxido de carbono no sangue chegam aos valores normais, e o nível de oxigênio aumenta.

Em 24 horas os riscos de ter um acidente cardíaco relacionado ao fumo diminui.

Em 48 horas as terminações nervosas começam a crescer de novo, e os sentidos do olfato e paladar melhoram.

De 2 semanas a 3 meses, a circulação sanguínea melhora consideravelmente. Caminhar torna-se mais fácil e a função pulmonar melhora em até 30%.

Em 1 ano, o risco de doenças ligadas a males do coração cai pela metade, em relação a um fumante.

Em 5 anos  a taxa de mortalidade por câncer de pulmão de uma pessoa que fuma um maço de cigarros por dia,diminui em pelo menos 50%. Depois de 5 a 10 anos sem fumar,o risco de acidente vascular cerebral é reduzido aos níveis de não fumantes. O risco de câncer na boca,garganta ou esôfago diminui pela metade, quando comparada a de um fumante.

Em 15 anos o risco de uma pessoa morrer por doenças relacionadas a problemas no coração são iguais a de uma pessoa que não fuma.

Os benefícios de parar de fumar são inúmeros, e podem ser percebidos minutos após cessar esse hábito.



Procure ajuda, e dê um fim a esse hábito que só traz prejuízos.



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Dúvidas sobre o câncer de boca

  •  Aftas podem virar um câncer de boca?

Raramente uma afta vira câncer. Elas são inflamações pequenas e brancas, cercadas por uma área avermelhada. Não são contagiosas, e desaparecem em alguns dias. Isso é o que as difere das lesões típicas do câncer de boca, que além de não desaparecem aumentam de tamanho com o passar do tempo. Ainda que a causa seja incerta, pode ser decorrente de traumas,estresse, alergias,cigarro, deficiência de ferro ou vitaminas.



  • De que maneira a fumaça do cigarro pode provocar câncer?

Que o cigarro é tóxico todos sabem,porém,poucos sabem que a temperatura da fumaça ao ser tragada é de 70° , gerando uma irritação crônica na mucosa da boca e da garganta. É essa irritação que provoca uma reprodução das células mais acelerada, podendo levar a multiplicação celular e consequentemente, o câncer. Os fumantes já não sentem a alta temperatura, pois já perderam a sensibilidade na boca.


  • Como prevenir o câncer de boca provocado pelo vírus HPV?
Como já sabemos ,o HPV é um vírus altamente contagioso. Segundo um estudo levantado pelo Ministério da Saúde, 41% dos homens e mulheres sexualmente ativos são portadores do vírus, que é transmitido sexualmente. Por isso a melhor forma de prevenir o câncer é utilizando preservativos, principalmente no sexo oral, e também existe a vacina contra o HPV.







segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Tabagismo e o Câncer de Boca

Algumas vezes não é possível explicar porque algumas pessoas desenvolvem o câncer de boca e outras não. 

Pesquisas realizadas com o intuito de obter essas respostas, apontaram que alguns fatores , conhecidos como de risco, são os responsáveis por algumas pessoas serem mais susceptíveis ao câncer de boca.

Um dos maiores vilões é o Tabagismo,  responsável por cerca de 90% dos casos .

 Ele provoca lesões na  boca devido sua alta toxicidade, que é explicada pelo fato de ser composto por mais de cinco mil substâncias danosas que agem de diversas formas. A principal delas é o benzopireno, denominado como um agente carcinogênico. 

A fumaça tem uma ação térmica, pois como chega muito quente dentro da boca,provoca uma irritação crônica que obriga a mucosa se reproduzir de forma acelerada,  e leva uma multiplicação das células , dando  origem ao câncer.

A forma mais simples de prevenção do câncer de boca é evitar o contato com os agentes causais da doença, os também conhecidos como fatores de risco, pois são eles os responsáveis por aumentar as chances do câncer se desenvolver, além de ficar sempre atento a qualquer alteração que apareça na boca permanecendo por mais de quinze dias. Por isso é de extrema importância a realização do auto -exame de boca.







terça-feira, 15 de julho de 2014

HPV pode provocar Câncer de Boca?

Sim.Uma pesquisa realizada pelo ICESP -Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, revelou que 30% dos pacientes que fizeram tratamento de tumores na região de cabeça e pescoço foram decorrentes de infecção pelo Papiloma Vírus Humano -HPV.

Também pôde ser observado que a maioria dos pacientes (70%) eram  mulheres .
Os sintomas mais comuns desse tipo de câncer são manchas brancas na boca,dor, lesão com sangramento  e cicatrização demorada, nódulos no pescoço presente por mais de duas semanas, mudanças na voz ou rouquidão persistente e dificuldade para engolir.

Esse é um tipo de vírus  encontrado frequentemente na mucosa genital, e sua transmissão se dá  através do sexo oral, porém, vale lembrar que é preciso uma associação de outros fatores, como a presença de fatores predisponentes , fator genético ou os chamados fatores de risco ao desenvolvimento do câncer.

O tratamento ocorre da mesma forma como nos demais cânceres, em caso de lesão pequena é feita a cirurgia convencional, e se for uma lesão grande segue-se o protocolo (químioterapia /ou radioterapia) para preservar o órgão afetado e evitar uma mutilação. Esse é um câncer menos agressivo e de desenvolvimento lento, promovendo um bom prognóstico.

Existem algumas formas de prevenir o câncer provocado pelo HPV, primeiramente fazendo o uso de preservativos durante as relações sexuais e também através da vacina que agora é distribuída na rede pública para as meninas de 11 a 13 anos.